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Efeitos
da crise mundial nas empresas
Por conta
da crise mundial, muitas empresas estão tentando se adaptar
e se estabilizar cortando gastos, funcionários com o objetivo
principal de minimizar os prejuízos com a produção.
No entanto, nem sempre isto fica fácil diante dos crescentes preços
da matéria-prima muitas vezes utilizada nas linhas de produção.
Os investimentos para 2009 e também o perfil destes investidores
mudou por conta da crise mundial, segundo a pesquisa da Confederação
Nacional da Indústria (CNI).
Em 2008, as empresas estavam focadas na expansão da sua produção,
enquanto que agora no início de 2009 estão direcionadas
principalmente na melhoria de seus produtos. Consequentemente, o mercado
torna-se mais competitivo.
Atualmente, grande parte das empresas lida com uma incerteza econômica
além das dificuldades relacionadas ao crédito. As demissões
neste caso tornaram-se inevitáveis, gerando um clima de estresse
entre funcionários.
Mais do que nunca, agora os gastos relacionados com afastamentos e acidentes
de trabalho terão um peso muito maior e deverão ser minimizados.
Empresas que perderam parte de seus funcionários pretendem manter
sua produção e ainda melhorar a qualidade dos produtos.
Com um contingente menor, isto acaba gerando aumento no sistema de turnos,
horas extras, etc.
Mais do que nunca, para driblar esta crise, a ergonomia entra como recurso
para amenizar os efeitos produzidos pelo aumento da produção.
Estudos ergonômicos em postos de trabalho promovem um aumento na
motivação dos funcionários e na redução
com gastos trabalhistas, evitando o desperdício.
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